segunda-feira, 6 de março de 2017

Começam os preparativos para o IRS
Época de desconforto e algum nervosismo.
Uns pagarão, outros reembolsados serão.
O telefone ligou e marquei a visita.
Clientes usuais e clientes por acaso do ano.
Eugénia era uma cliente de sempre.
Chegado toquei e entrei como sempre.
Na mesa o PC e o monte de papelada usual.
Trouxe um cafezinho enquanto eu acalmava.
- Muita papelada como sempre!
- Já sabes que eu sou assim, NIF em tudo.
Eugénia sabia que nunca lhe fui indiferente.
Talvez por isso se vestia sempre a rigor.
Rigor pronto a rasgar com o meu vigor. 
- Antes de começares, toma o cafezinho.
Senti a sua mão abusiva ao longo da perna.
- Ainda gostas de sexo total, perguntou-me.
- Sabes que há coisas que não mudam amiga.
Levantou-se e com a mão levantou-me.
A sua mão foi directa ao tesão que crescia.
- Vejo que ainda consigo te por grosso.
Abriu-me as calças e escorreu a mão para ele.
- UI! Que grossinho que está.
Virou-se de costa:
- Abres-me o fecho do vestido…
O vestido caiu e sua nudez viva acicata-me.
Apenas umas meias negras nas suas pernas.
- Quero sentir o teu tesão a roçar em mim.
Debruçou-se sobre a mesa e encaminhou-me.
- NA! Não quero dentro…
- Só puro e duro roçar…
Gemia na medida em que se mexia e o afagava.



- Apalpa-me os bicos das mamas…sim…
Senti o calor das suas nádegas contra mim.
A humidade da sua vagina presente no roçar.
- Não aguento mais só roçar…
- Fode-me macho…fode-me…
Enterrei-me na sua vagina sem demoras.
- Isso…fortes estocadas…bem fundo…fode.
- Dá-me  palmadas fortes nas nádegas.
- Isso tesão mão…bate-me…forte…
- Queres o meu bujãozinho?
- Isso...cava fundo.















- Porra …entrou todo e forte…porra…que bom…

quarta-feira, 1 de março de 2017

Um dia de sol rompendo os de chuva.
Não hesitei e fui à sua procura, sedento.
Infelizmente não só eu, nem que se pareça.
Esplanadas a abarrotar de sorrisos longos.
O astro rei era indubitavelmente Rei.
Tirei as sapatilhas e arrisquei na areia.
Fui até junto do mar, vê-lo e ouvi-lo.
Inúmeras vezes sério e fiel confidente.  
Sentei-me, não resistindo a deitar-me.
Senti que alguém se aproximava.
Elevei os ombros e olhei, por defesa.
Uma donzela aportava ali bem perto.
Deitou-se gozando o quente da areia.
Deixei os ombros relaxar e deitei.
- Está um calor bom, não está?
Olhei de lado para ela, sorrindo respondi:
- De fazer esquecer o que nos apoquente.
Respirou fundo, absorvendo a doce maresia.
Reparei que tinha puxado para cima o vestido.
- Está mesmo bom para aproveitar, com cuidados.
Avancei eu na esperança de melhor a olhar.
Revirou-se de costas para o calorzinho.
Sem pudores suas nádegas recebiam o sol.
- Não consigo resistir a aquecer-me, disse.
- Mas porque resistir, respondi.
- Desde que não fique aí a olhar para o meu rabo!
Apesar do seu rir decidi deitar-me de novo.
Barriga para baixo, por outros motivos patentes.
Movimento e seu corpo quase colado ao meu.
- Não gosto nada de estar sozinha ao sol.
- Importa-se?
- Pelo contrário, exclamei.
Senti algo por debaixo da areia chegando-se.
- Ficou assim tesudo com as minhas nádegas?















Ousadia ou sabendo o que quer da vida, pensei.
Complicado, pois aquele areal costumo frequentar.
- Não era essa a sua intenção, perguntei.
- Era mesmo, disse…apertando os meus testículos.
- Estava bom mas estão a chamar-me, disse.
Olhei e um calmeirão de um homem a chamava.
Ups! Senão foscasse!
- Se tiver sol amanhã cá estarei, disse rindo.

- Prometo que venho sem o “armário” que me chama!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Tinha que comprar umas calças de ganga.
As que tinha já estavam cansadas.
Quase tanto como eu!
Tinha ido tomar café a uma rua tradicional.
Esplanadas que vão desaparecendo na urbe.
Assim acontece com as “casas de comércio”
Shopping mania!
Caminhando uma delas chamou-me à atenção.
Uma montra bem repleta de calças de ganga.
Decidi que ia entrar e arrumar o meu assunto.
Duas empregadas arrumavam roupa e perguntei:
- Queria uma calças de ganga para mim.
- Não muito rasgadas mas não antigueiras.
Sorriram e uma delas respondeu:
- Quer ver aqui, não se importa!
Mulher feita não derrogando seus predicados.
Calças bem justas empinavam-lhe as nádegas.
Uma t-shirt que mais não era do que nada.
Os seus mamilos não se faziam esconder.
Impossível!
Escolhi três pares e dirigi-me ao “probador”.
Enquanto vesti umas ouvia vozes ao lado.
Sussurravam e riam sem que entendesse.
- É o seu número, não estão apertadas.
Perguntou a empregada diligente
- Acho que sim, respondi eu.
Os risos e murmúrios continuavam.
Ao pousar as calças que despi reparei.
A parede tinha um buraco razoável.
Não liguei e continuei a fazer o que fazia.
- UPS!
Dei um passo atrás e arregalei os olhos.
Uma mão saia do buraco e procurava.
- Que se passa aqui, quase gritei!
A cortina abriu-se e disse ela sorrindo:
- Calma!
- Não me diga que não sabe o que é?
- O que é o quê, perguntei!
- O “Buraco da Glória”!
Olhei-a e ela sorriu longo dizendo:
- A minha colega está esfomeada.
- Vá! Faça-lhe o jeito que ela agradecerá.
- Ou eu, quem sabe?
Tinha ouvido falar mas nunca experimentado.
Fique com tesão e não recusei a aventura.
Senti um chupão longo no meu tesão, engolido.




















Umas mãos apalpavam os testículos com força.
A voz de quem me atendeu sobressaia:
- Vá, chupa-lhe o pau…isso chupa-o fundo.
- Não era o que querias louca varrida.
Num repente deixei de sentir os chupões.
Ouvi de novo aquela voz que já me excitava:.
- Isso!
- Mete a tua cona na pica dele
Os termos eram fortes mas bons de ouvir.
Empurrei-me contra o buraco e senti.
Senti uma cona húmida que se remexia.
- Vá porca, fode o gajo até ele se vir.
Os gemidos eram contagiantes e longos.
- Fode, fode, fode…















Não parava a outra de gritar, qual invejosa. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Fui fazer umas compras de comidinha.
Dia e hora ideal para supermercado.
Poucas pessoas e nenhum burburinho.
Tinha intenção de aparar a trunfa.
Passei para ver se estava sem ninguém.
A moça do costume sorriu e disse:
- Agora é um momento bom.
- Podemos conversar e tudo.
Olhei-a e decidi antecipar a tarefa.
- Pois então vamos ao corte da ordem.
Sentei-me para que me lavasse a cabeça.
As suas mãos estavam uma doçura.
- Massagem boa dessas suas mãozinhas.
Senti alguma provocação não habitual.
- Hoje estou assim, meiguinha.
Senti um toque atrevido e perdi-me.
Seus seios tinham roçado e eu entesei.
Era impossível que ela não notasse.
Por mais que eu tentasse ocultá-lo.
Sozinhos, resguardados por um biombo.   
Enrolou uma toalha em redor da cabeça.
Abri os olhos e vejo de frente para mim.
- Então gostou da minha massagem!
- Hoje perdi-me por completo, confesso.
- Não necessita de confessar, vê-se.
Com esta tirada soltou uma gargalhada.
Olhou pelo biombo e foi fechar a porta.
Voltou e olhou-me diferente, para melhor.
Ajoelhou-se entre as minhas pernas.
Estremeci e movi-me, constrangido.
- Calma, não vou ferrar...prometo.
Suas mãos arrancaram-me as calças.
Foi de seguida vez de as cuecas voarem.
- Relaxe e aproveite esta nova massagem.
Suas mãos no meu tesão enlouqueciam-me.
Abriu a bata, libertando seus seios.
Seios redondos com mamilos bem gordinhos.
Roçaram no tesão, um e depois o outro.
- São bons não são?
- Nem tenho palavras para o prazer.
As suas mãos nos testículos arrasavam-me.
Sinto a sua língua na ponta do tesão.   
- Posso?
Enquanto perguntava, lambeu-o de cima a baixo.

















- Se pode…por favor…sim!
Lábios abriram-se e engoliram o meu tesão.
Soltei um gemido!
Acariciei a sua cabeça que se afundava.
Pedi mais e mais, ela me dava tudo.
Via a sua boquinha entrar e sair do meu tesão.














Seus seios roçavam-no no vai e vem frenético.
Meus testículos eram apertados pelas suas mãos.
- Não aguento mais!, disse-lhe.
- Quem disse que é para aguentar, disse ela.
Sentia o esperma engrossar e correr velozmente.
Gritei aviso de desespero, não mais querer conter.
- Vá!
- Dá-me esse leite espesso e quente
Afundou-se adentro do meu tesão.
Sentia a sua língua e…perdi-me totalmente.
Tudo o que tinha estava na sua boquinha doce.


















Olhou-me e sorriu…

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Os dias vão gelados o que encobre o que seja.
Encobre os olhares sobre garruços feios.
Abafa corpos em calores nem sempre saudáveis.
Acolhe todas e quaisquer desculpas ao despir.
Despir que entusiasma e extasia os sentidos.
Neste presságio entusiasma-me os shoppings.
Neles se despem as vestes e nos revestimos.
Assim o senti num fim-de-semana passado.
Num café, saboreando um muffin, esbugalhei.
Uma mulher de perna ousadamente cruzada.
Irremediavelmente não podia deixar de olhar.
Espanto meu o sorriso de alguém conhecido.
Helena olhava com abuso da suas pernas.
Um dejá vu de um cruzar de perna famoso.
Golpeou sem dó o meu desejo instantâneo.
Sorri, enquanto me levantava em seu caminho.
- Olá caramelo…
Assim me tratava Helena desde sempre.
- Olá donzela saborosa...
Beijamo-nos com afectos denunciadores.
Denunciadores de instantes de prazer vividos.
Perguntei se podia sentar e partilhar mesa.
- Claro caramelo…docinho
Não resisti a pousar a mão no seu joelho.
Helena não se rogou a roçar sua em mim.
- Então caramelo o que anda aqui a fazer
- No engate?
Riu em surdina como lhe é usual.
- Claro donzela, engate ou ser engatado
- Estou no período de rigidez mensal
Voltou a sorrir, ousadamente tocando-me.
- Sinto que não estás a mentir…
- E já tens caçada ou foste caçado?
- Esperava por ti donzela!
- Isso, caramelo…isso.
Passei a mão pelas suas costas, provocando.
- Ainda gostas de Paris donzela?
- Mais que gostar, ansiosa por lá voltar.  
- Queres matar saudades?
- É um convite, caramelo?
- É um desafio sim, donzela
- Vamos?  


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Convidaram-me para uma danceteria.
Confesso não fazer o meu género.
Mais ainda porque nem sei dançar.
Dançar no justo termo da palavra.
Convite impossível de negar.
Chegados, sentados e servidos.
Olhei o local e seus dançarinos.
Bem ritmados uns, outros como eu.
Uma dama despertou a minha atenção.
Forcei o olhar na sua direcção.
Replicou o meu olhar com um sorriso.
Vestia vestido vermelho vivo, como os lábios.
Meias pretas e sapatos de verniz vermelhos.
Já na pista reparei no detalhe do vestido.
Tinha um fecho em toda a sua extensão.
Admitido tesão o que me despertou.
Fui olhando-a cheio de vontades e desejos.
Senti que o seu olhar se pendurava em mim.
Fiquei radiante!
Ousei ir pedir-lhe para dançar.
Olhou-me e disse sorrindo maldosa:
- Será que sabes dançar?
- Digo-te já que não, como tu!
Levantou-se e veio até a pista, dizendo:
- Vamos então, devagarinho.
Sorriu com delicadeza.


















Mãos tocaram-se e não mais despegaram.
Dançamos durante alguns momentos.
Palavras e galanteios foram trocados.
Senti-a o meu tesão e temia-o por imoderado.
Finalmente a fase das danças apertadinhas.
Pediu desculpa, mas não dançava aquelas.
Olhei-a, olhou-me e assim ficamos.
Será que tinha notado o meu tesão.
Ou seria seu código de honra nas danças!
Fui até ao bar e ela sentou-se na sua mesa.