domingo, 18 de junho de 2017

Finalmente sossegava dias difíceis e penosos.
Ainda desconforto mas nada que não comporte.
Quinta-feira e acordei bem teso, tinha voltado.
Dores terríveis avisavam-me para me cuidar.
Fui arrefecer o tesão com água bem fria.
Voltei à cama e fiquei de papo para o ar.
Tinha os testículos bem cheios de não uso.
Sinal positivo de que tudo voltava ao normal.
Dei por mim a desejar vir-me e forte.
Toquei-me, mas não era o que queria.
Queria que o regresso fosse especial.
Liguei a uma amiga colorida dando-lhe notícia.
Noticia das melhoras e do dorido tesão.
Riu-se como lhe é costume, não tardando dizer:
-Diz-me lá, queres que te esvazie os tomates!
Não podia esconder a natureza do telefona.
- Estás livre e aceitas ser cobaia?
Riu-se de novo com malícia:
- Vem cá a casa e verei o que se pode fazer.
Rimos ambos e combinamos, o momento.
Chegado, recebeu-me bem elegante e sábia.
- Ora deixa lá sentir esse teu tesão.
Arrancou-me as calças e os shorts.
- Ui! Está a doer?
-Um pouco, mas desejo demais.
Senti os seus lábios na cabeça dotesão.
Suas mãos nos meus testículos rijos.
Senti a dor e o prazer com igual intensidade.
Engolia meu tesão lambendo, chupando, mordiscando.
Disse-lhe em surdina do prazer:
- Já não aguento mais, vou esporrar.
Olhou-me e disse:
- Vem-te querido, vem-te!
Engoliu-me de novo e engoliu, como só ela sabe.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Ia pagar as compras e dei pela falta.
Tinha esquecido da carteira na pasta.
Pasta que estava no carro estacionado.
Pedi desculpa e que voltaria daí a instantes.
Chegado ao dito uma maravilhosa visão.
Uma mulheraça arrumava sacos de compras.
Um vestido de verão bem soltinho…ui ui   
Abri a mala para buscar a carteira.
Ouvi um ruído de coisas a cair.
- Ai! Que merda…ouvi!
Na sua calma desculpou-se da expressão.
Acorri a ajudar no desejo de conversinha.
Reparo que apanho uma caixa especial.
Ela, de novo calmíssima, diz-me:
- Quem não tem cão, caça com gato.
Sorrimos do que estava a acontecer.
Na minha mão a caixa de um “sex toy”.
Respondi atrevidote:
- Não creio que diga a verdade.
- Pois acredite que é mesmo verdade.
- Claro, nem sempre e nem nunca…   
Dei-lhe a caixa e trocamos sorrisos.
Perguntei se podia ajudar, ao que respondeu:
- Nas compras ou na caça?
Fiquei ruborizado e meio sem voz.
-Vá!
- Quer caçar-me com o seu cão?
Nesse instante apalpou-me os colhões.
Abriu o fecho nas calmas e disse:
- Veja se não vem ninguém.
Sentou-se no assento detrás do seu carro.
Puxou-me fora o tesão, agarrando-o.













Num ápice me engoliu e chupou.
Noutro ápice já eu me esporrava.
Levantou-se e disse, com calma:
- Uma amostra grátis, do que pode ter!   


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Momento do cortejo da queima das fitas.
Instante inevitável de recordações diversas.
Tempos diferentes de estudante, quão iguais.
Isabel era moça como eu, ambos caloiros.
Finalmente conseguida a nossa libertação.
Um primeiro ano de outros de vida.
Cabelos negros longos e esvoaçantes.
Olhava-a com voracidade juvenil.
Isabel sorria, sabendo o que sabia de mim.
Não era fácil conquistar caloiras aos chefões.
Tinham carro, dinheiro no bolso e preservativos.
 Um dia, Isabel, convidou-me para ir à praia.
Terra onde nasceu e cresceu, sabendo-se.
Chovia e ficamos no seu carro por instantes.
Sim!
Carro, algo que só muito mais tarde consegui.
Uma aberta da chuva e fomos caminhar na areia.
Olhamo-nos e beijamo-nos, serenamente.
Isabel já namorava com ancião bem colocado.
Disse:
- Quero que saibas que gosto de ti.
Disse-lhe:
- Então porquê o Zé Manel, assim se chamava.
Olhou-me de novo e beijou-me forte.
Sentamo-nos no areal, despedido de gente.
Senti o seu calor e ousei tocá-la, sentindo-a.
Deitou-se no areal e murmurou em surdina:
- Tenho o Zé Manel, mas quero-te primeiro.
Olhei-a enquanto a vi tirar a sua cuequinha.
Perdi-me no espaço e no tempo, sorrindo.
Deu-ma e ainda hoje a guardo comigo.
- Vem!
- Faz amor comigo e divertir-nos.
Agarrei-me a ela e beijei-a esfomeado.
Novatos nestas coisas, fomos sorrindo.
Finalmente estávamos um no outro.
Ouvi o seu murmurar, de novo:
- Estás dentro de mim, que bom!
- Tão quente Isabel…que bom!    
Uma vez, duas…um infinito de vontades.
Isabel?
Encontrei-a mais tarde na vida, já mãe.
Olhamo-nos, sorrimos e ficou a vontade.
A vontade de um dia…ser de novo, nós!    

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Um acordar de um sonho, real ? quem saberá ...

O dia acordava chuvoso e escuro.
Nesse mesmo instante despertei.
Estava nu e alguém estava comigo.
Não me lembrava do dia de ontem.
Sabia apenas que a encontrei, nele.
Tinham decidido partilhar a avidez.
Aos poucos vinham as coisas à memória.
Espreitei debaixo dos lençóis e olhei.
Estava também nua e descansava.
Toquei-a para me sentir acordado.
Mexeu-se e puxou-me para ela.
- Vem!
- Deixa-te estar aqui comigo!
Fui-me refrescar!
Sentia-me exausto e suado.
A água quente despertou-me aos poucos.
Senti um pequeno toque de carinho.
Ela tinha-se juntado no meu acordar.
Tinha um corpo adulto e preenchido.
Seios fartos, seguros e cativantes.
Lindo pelo seu monte-de-vénus.
Redobrou-me o gosto do olhar, por agrado.















Olhou-me nos olhos e disse, sorrindo:
- Tanto olhas! Já não te lembras.
Tomou-me o cabelo massajando-o.
Atrevida voltou-se de costas.
- Então!
- Do que vês agora, lembras-te!
Nádegas redondas e provocadoras.
- Então?
Minha mente vagueava no despertar.
A noite aos poucos recuperada.
Olhei suas nádegas e recordei.
Tinha-as gozado com deleite e fulgor.
Sólidas e fartas em maturidade.
Meu pénis lembrou-se, pois ficou hirto.
Tesão!
Ela virou-se e olhou-nos, a ambos.
- Então! Então!
- Vejo que te lembras.
- São boas, não são.
- Assim gritaste ontem.
Tentei serenar, sem sucesso.
Veio ao pensamento como tinha gritado.
Grito de posse, quando a penetrei fundo.
Ontem!













Folheava cada fio de água do seu corpo.
Escorriam por ela como óleos fecundos.
O meu tesão não me dava descanso.
Ela trauteava uma melodia, mexendo-se.
Suas nádegas insinuavam no movimento.
Gel em seu corpo, minorando o inevitável.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

A criança gritava incessantemente.
Olhei-a e ofereci meus préstimos.
Aceitou num gesto de súplica.
Peguei nos seus sacos e sorri-lhe.
Rosto cansado e distante o seu.
O toque do elevador despertou-nos.
Quinto andar por favor, disse ela.
Num ápice chegamos, qual grito.
Ofereci-me para segurar a criança.
Abriu a porta, entrando com as compras.
Pegou na criança, que novamente gritava.
- Desculpe esta confusão.
- Obrigado.
Virava eu as costas e ouvi-a dizer:
- Vou dar-lhe de comer e logo se cala.
Pela primeira vez no seu rosto um sorriso.
- Aceita tomar um café, enquanto isso.
Fez sinal que entrasse, entrando ela.
- Mora no 2. Andar, não é?
- Sim!
- Sente-se por favor, apontando uma cadeira.
Sentou-se, abrindo a blusa para a criança mamar.
- É uma esfomeada, exclamou sorrindo.
- Desculpe o à vontade, mas…grrrrr…
- Isto de mãe solteira não era o que esperava.
Não resisti a olhar os seus seios fartos e bonitos.




















Não senti seu retraimento, bem pelo contrário.
A criança, comeu, arrotou e adormeceu em segundos.
Pousou-a no berço de mão que trazia do carro.
Seu seio descoberto mostrava-se insinuante.
Olhou-me enquanto apertava um dos botões.
Senti o seu respirar mais sereno e o rosto acalmar.
Recostou-se na cadeira e perguntou:
- Tomamos agora um cafezinho?
Acenei que sim, sorrindo de forma elegante.
Fomos conversando da vida e de vidas, até que:
- Quer fazer sexo comigo?
- Confesso-lhe que estou esfomeada.
O seu rosto ficou vermelho, tanto como o meu.
- Desculpe a frontalidade, mas já somos crescidos.
Olhei-a e não hesitei a responder:
- Como recusar sexo de uma mulher tão Mulher.
Beijamo-nos com avidez, sentindo sua mão puxando-me.
No quarto nos perdemos, nos tenhamos encontrado.
Desejos incontidos e sequiosos!
Quase arrancou a sua roupa e agachou-se na cama.
Disse com a certeza de quem sabe o que deseja:
- Fode-me!
- Fode-me!
Adorei a forma e força do pedido…

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O sol começa a dar sinais de querer ficar.
Corredores pró silhueta pululam nos passeios.
Saltam dos armários as vestimentas de época.
Filas nas lojas procurando as novidades in.
Flores e seus perfumes dominam a aragem.
Perdoam-se os desequilíbrios que sejam.
Gordinhas, magrinhas ou assim assim!
Gosto de observar esta lufa lufa festiva.
Cansadito sentei-me numa esplanada.
Procurei lugar à sombra, pois idade oblige.
Uma mulher negra cativava os olhares.
O meu não sendo diferente, nisso, olhou.
Tinha aquele olhar quente das negras.
Lábios carnudos, mas delicados e definidos.
Cabelos naturais e enredados de brilho.
Cruzar de perna que pareceu bem estudado.
Nossos olhos cruzam-se e fiquei sem dúvidas.
Não estava ali por mero acaso do dia soalheiro.
Procurava o que o seu encanto admitisse.
Levantou-se com intenção e sem hesitação.
Roçou suas ancas em mim e deixou cair algo.
Baixei-me para apanhar o que fosse.
Um papelito dizia:
- Se me desejas, segue-me!
Senti-me tentado, não sendo de”meninas”!
Mas nunca vivi um corpo de negra, pensei.
O calor era muito e o fino levou a melhor.
Com hesitação forte, ignorei o desafio.
Passado momentos regressou e sentou-se.
Ajeitou sua postura qual boneco de montra.
Olhou-me incendiada!
Pela recusa não foi, mas por ter que voltar.
Olhei-a com brandura e sorri-lhe com doçura.
Senti no seu olhar a acalmia regressando.
Tinha umas pernas fabulosas de mulher.
Seios generosos, mas proporcionados.
Imaginei a sua vulva rapadinha e lisa.
O meu semblante deve-me ter traído.





















Ela sorriu, ajeitando o seu cai cai.
Uma provocação ostensiva e eficaz.
Levantei-me.
Tinha que acabar com o meu sofrimento.
Ir embora!
Passei por ela roçando-a e deixei cair algo.
Vi que ela apanhou e senti o seu sorriso.
O meu telemóvel tocou, atendi.
- Olá!
- Sim!
- Se estiveres livre jantas comigo?
- Óptimo!
- Diz-me depois onde te vou buscar.
Voltei à minha peregrinação, pensando…

segunda-feira, 6 de março de 2017

Começam os preparativos para o IRS
Época de desconforto e algum nervosismo.
Uns pagarão, outros reembolsados serão.
O telefone ligou e marquei a visita.
Clientes usuais e clientes por acaso do ano.
Eugénia era uma cliente de sempre.
Chegado toquei e entrei como sempre.
Na mesa o PC e o monte de papelada usual.
Trouxe um cafezinho enquanto eu acalmava.
- Muita papelada como sempre!
- Já sabes que eu sou assim, NIF em tudo.
Eugénia sabia que nunca lhe fui indiferente.
Talvez por isso se vestia sempre a rigor.
Rigor pronto a rasgar com o meu vigor. 
- Antes de começares, toma o cafezinho.
Senti a sua mão abusiva ao longo da perna.
- Ainda gostas de sexo total, perguntou-me.
- Sabes que há coisas que não mudam amiga.
Levantou-se e com a mão levantou-me.
A sua mão foi directa ao tesão que crescia.
- Vejo que ainda consigo te por grosso.
Abriu-me as calças e escorreu a mão para ele.
- UI! Que grossinho que está.
Virou-se de costa:
- Abres-me o fecho do vestido…
O vestido caiu e sua nudez viva acicata-me.
Apenas umas meias negras nas suas pernas.
- Quero sentir o teu tesão a roçar em mim.
Debruçou-se sobre a mesa e encaminhou-me.
- NA! Não quero dentro…
- Só puro e duro roçar…
Gemia na medida em que se mexia e o afagava.



- Apalpa-me os bicos das mamas…sim…
Senti o calor das suas nádegas contra mim.
A humidade da sua vagina presente no roçar.
- Não aguento mais só roçar…
- Fode-me macho…fode-me…
Enterrei-me na sua vagina sem demoras.
- Isso…fortes estocadas…bem fundo…fode.
- Dá-me  palmadas fortes nas nádegas.
- Isso tesão mão…bate-me…forte…
- Queres o meu bujãozinho?
- Isso...cava fundo.















- Porra …entrou todo e forte…porra…que bom…