quarta-feira, 26 de abril de 2017

O sol começa a dar sinais de querer ficar.
Corredores pró silhueta pululam nos passeios.
Saltam dos armários as vestimentas de época.
Filas nas lojas procurando as novidades in.
Flores e seus perfumes dominam a aragem.
Perdoam-se os desequilíbrios que sejam.
Gordinhas, magrinhas ou assim assim!
Gosto de observar esta lufa lufa festiva.
Cansadito sentei-me numa esplanada.
Procurei lugar à sombra, pois idade oblige.
Uma mulher negra cativava os olhares.
O meu não sendo diferente, nisso, olhou.
Tinha aquele olhar quente das negras.
Lábios carnudos, mas delicados e definidos.
Cabelos naturais e enredados de brilho.
Cruzar de perna que pareceu bem estudado.
Nossos olhos cruzam-se e fiquei sem dúvidas.
Não estava ali por mero acaso do dia soalheiro.
Procurava o que o seu encanto admitisse.
Levantou-se com intenção e sem hesitação.
Roçou suas ancas em mim e deixou cair algo.
Baixei-me para apanhar o que fosse.
Um papelito dizia:
- Se me desejas, segue-me!
Senti-me tentado, não sendo de”meninas”!
Mas nunca vivi um corpo de negra, pensei.
O calor era muito e o fino levou a melhor.
Com hesitação forte, ignorei o desafio.
Passado momentos regressou e sentou-se.
Ajeitou sua postura qual boneco de montra.
Olhou-me incendiada!
Pela recusa não foi, mas por ter que voltar.
Olhei-a com brandura e sorri-lhe com doçura.
Senti no seu olhar a acalmia regressando.
Tinha umas pernas fabulosas de mulher.
Seios generosos, mas proporcionados.
Imaginei a sua vulva rapadinha e lisa.
O meu semblante deve-me ter traído.





















Ela sorriu, ajeitando o seu cai cai.
Uma provocação ostensiva e eficaz.
Levantei-me.
Tinha que acabar com o meu sofrimento.
Ir embora!
Passei por ela roçando-a e deixei cair algo.
Vi que ela apanhou e senti o seu sorriso.
O meu telemóvel tocou, atendi.
- Olá!
- Sim!
- Se estiveres livre jantas comigo?
- Óptimo!
- Diz-me depois onde te vou buscar.
Voltei à minha peregrinação, pensando…

segunda-feira, 6 de março de 2017

Começam os preparativos para o IRS
Época de desconforto e algum nervosismo.
Uns pagarão, outros reembolsados serão.
O telefone ligou e marquei a visita.
Clientes usuais e clientes por acaso do ano.
Eugénia era uma cliente de sempre.
Chegado toquei e entrei como sempre.
Na mesa o PC e o monte de papelada usual.
Trouxe um cafezinho enquanto eu acalmava.
- Muita papelada como sempre!
- Já sabes que eu sou assim, NIF em tudo.
Eugénia sabia que nunca lhe fui indiferente.
Talvez por isso se vestia sempre a rigor.
Rigor pronto a rasgar com o meu vigor. 
- Antes de começares, toma o cafezinho.
Senti a sua mão abusiva ao longo da perna.
- Ainda gostas de sexo total, perguntou-me.
- Sabes que há coisas que não mudam amiga.
Levantou-se e com a mão levantou-me.
A sua mão foi directa ao tesão que crescia.
- Vejo que ainda consigo te por grosso.
Abriu-me as calças e escorreu a mão para ele.
- UI! Que grossinho que está.
Virou-se de costa:
- Abres-me o fecho do vestido…
O vestido caiu e sua nudez viva acicata-me.
Apenas umas meias negras nas suas pernas.
- Quero sentir o teu tesão a roçar em mim.
Debruçou-se sobre a mesa e encaminhou-me.
- NA! Não quero dentro…
- Só puro e duro roçar…
Gemia na medida em que se mexia e o afagava.



- Apalpa-me os bicos das mamas…sim…
Senti o calor das suas nádegas contra mim.
A humidade da sua vagina presente no roçar.
- Não aguento mais só roçar…
- Fode-me macho…fode-me…
Enterrei-me na sua vagina sem demoras.
- Isso…fortes estocadas…bem fundo…fode.
- Dá-me  palmadas fortes nas nádegas.
- Isso tesão mão…bate-me…forte…
- Queres o meu bujãozinho?
- Isso...cava fundo.















- Porra …entrou todo e forte…porra…que bom…

quarta-feira, 1 de março de 2017

Um dia de sol rompendo os de chuva.
Não hesitei e fui à sua procura, sedento.
Infelizmente não só eu, nem que se pareça.
Esplanadas a abarrotar de sorrisos longos.
O astro rei era indubitavelmente Rei.
Tirei as sapatilhas e arrisquei na areia.
Fui até junto do mar, vê-lo e ouvi-lo.
Inúmeras vezes sério e fiel confidente.  
Sentei-me, não resistindo a deitar-me.
Senti que alguém se aproximava.
Elevei os ombros e olhei, por defesa.
Uma donzela aportava ali bem perto.
Deitou-se gozando o quente da areia.
Deixei os ombros relaxar e deitei.
- Está um calor bom, não está?
Olhei de lado para ela, sorrindo respondi:
- De fazer esquecer o que nos apoquente.
Respirou fundo, absorvendo a doce maresia.
Reparei que tinha puxado para cima o vestido.
- Está mesmo bom para aproveitar, com cuidados.
Avancei eu na esperança de melhor a olhar.
Revirou-se de costas para o calorzinho.
Sem pudores suas nádegas recebiam o sol.
- Não consigo resistir a aquecer-me, disse.
- Mas porque resistir, respondi.
- Desde que não fique aí a olhar para o meu rabo!
Apesar do seu rir decidi deitar-me de novo.
Barriga para baixo, por outros motivos patentes.
Movimento e seu corpo quase colado ao meu.
- Não gosto nada de estar sozinha ao sol.
- Importa-se?
- Pelo contrário, exclamei.
Senti algo por debaixo da areia chegando-se.
- Ficou assim tesudo com as minhas nádegas?















Ousadia ou sabendo o que quer da vida, pensei.
Complicado, pois aquele areal costumo frequentar.
- Não era essa a sua intenção, perguntei.
- Era mesmo, disse…apertando os meus testículos.
- Estava bom mas estão a chamar-me, disse.
Olhei e um calmeirão de um homem a chamava.
Ups! Senão foscasse!
- Se tiver sol amanhã cá estarei, disse rindo.

- Prometo que venho sem o “armário” que me chama!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Tinha que comprar umas calças de ganga.
As que tinha já estavam cansadas.
Quase tanto como eu!
Tinha ido tomar café a uma rua tradicional.
Esplanadas que vão desaparecendo na urbe.
Assim acontece com as “casas de comércio”
Shopping mania!
Caminhando uma delas chamou-me à atenção.
Uma montra bem repleta de calças de ganga.
Decidi que ia entrar e arrumar o meu assunto.
Duas empregadas arrumavam roupa e perguntei:
- Queria uma calças de ganga para mim.
- Não muito rasgadas mas não antigueiras.
Sorriram e uma delas respondeu:
- Quer ver aqui, não se importa!
Mulher feita não derrogando seus predicados.
Calças bem justas empinavam-lhe as nádegas.
Uma t-shirt que mais não era do que nada.
Os seus mamilos não se faziam esconder.
Impossível!
Escolhi três pares e dirigi-me ao “probador”.
Enquanto vesti umas ouvia vozes ao lado.
Sussurravam e riam sem que entendesse.
- É o seu número, não estão apertadas.
Perguntou a empregada diligente
- Acho que sim, respondi eu.
Os risos e murmúrios continuavam.
Ao pousar as calças que despi reparei.
A parede tinha um buraco razoável.
Não liguei e continuei a fazer o que fazia.
- UPS!
Dei um passo atrás e arregalei os olhos.
Uma mão saia do buraco e procurava.
- Que se passa aqui, quase gritei!
A cortina abriu-se e disse ela sorrindo:
- Calma!
- Não me diga que não sabe o que é?
- O que é o quê, perguntei!
- O “Buraco da Glória”!
Olhei-a e ela sorriu longo dizendo:
- A minha colega está esfomeada.
- Vá! Faça-lhe o jeito que ela agradecerá.
- Ou eu, quem sabe?
Tinha ouvido falar mas nunca experimentado.
Fique com tesão e não recusei a aventura.
Senti um chupão longo no meu tesão, engolido.




















Umas mãos apalpavam os testículos com força.
A voz de quem me atendeu sobressaia:
- Vá, chupa-lhe o pau…isso chupa-o fundo.
- Não era o que querias louca varrida.
Num repente deixei de sentir os chupões.
Ouvi de novo aquela voz que já me excitava:.
- Isso!
- Mete a tua cona na pica dele
Os termos eram fortes mas bons de ouvir.
Empurrei-me contra o buraco e senti.
Senti uma cona húmida que se remexia.
- Vá porca, fode o gajo até ele se vir.
Os gemidos eram contagiantes e longos.
- Fode, fode, fode…















Não parava a outra de gritar, qual invejosa. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Fui fazer umas compras de comidinha.
Dia e hora ideal para supermercado.
Poucas pessoas e nenhum burburinho.
Tinha intenção de aparar a trunfa.
Passei para ver se estava sem ninguém.
A moça do costume sorriu e disse:
- Agora é um momento bom.
- Podemos conversar e tudo.
Olhei-a e decidi antecipar a tarefa.
- Pois então vamos ao corte da ordem.
Sentei-me para que me lavasse a cabeça.
As suas mãos estavam uma doçura.
- Massagem boa dessas suas mãozinhas.
Senti alguma provocação não habitual.
- Hoje estou assim, meiguinha.
Senti um toque atrevido e perdi-me.
Seus seios tinham roçado e eu entesei.
Era impossível que ela não notasse.
Por mais que eu tentasse ocultá-lo.
Sozinhos, resguardados por um biombo.   
Enrolou uma toalha em redor da cabeça.
Abri os olhos e vejo de frente para mim.
- Então gostou da minha massagem!
- Hoje perdi-me por completo, confesso.
- Não necessita de confessar, vê-se.
Com esta tirada soltou uma gargalhada.
Olhou pelo biombo e foi fechar a porta.
Voltou e olhou-me diferente, para melhor.
Ajoelhou-se entre as minhas pernas.
Estremeci e movi-me, constrangido.
- Calma, não vou ferrar...prometo.
Suas mãos arrancaram-me as calças.
Foi de seguida vez de as cuecas voarem.
- Relaxe e aproveite esta nova massagem.
Suas mãos no meu tesão enlouqueciam-me.
Abriu a bata, libertando seus seios.
Seios redondos com mamilos bem gordinhos.
Roçaram no tesão, um e depois o outro.
- São bons não são?
- Nem tenho palavras para o prazer.
As suas mãos nos testículos arrasavam-me.
Sinto a sua língua na ponta do tesão.   
- Posso?
Enquanto perguntava, lambeu-o de cima a baixo.

















- Se pode…por favor…sim!
Lábios abriram-se e engoliram o meu tesão.
Soltei um gemido!
Acariciei a sua cabeça que se afundava.
Pedi mais e mais, ela me dava tudo.
Via a sua boquinha entrar e sair do meu tesão.














Seus seios roçavam-no no vai e vem frenético.
Meus testículos eram apertados pelas suas mãos.
- Não aguento mais!, disse-lhe.
- Quem disse que é para aguentar, disse ela.
Sentia o esperma engrossar e correr velozmente.
Gritei aviso de desespero, não mais querer conter.
- Vá!
- Dá-me esse leite espesso e quente
Afundou-se adentro do meu tesão.
Sentia a sua língua e…perdi-me totalmente.
Tudo o que tinha estava na sua boquinha doce.


















Olhou-me e sorriu…